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quinta-feira, 21 de julho de 2011

Curso de História de São Paulo

Um curso grátis sobre a História de São Paulo, no auditório da CIEE, na Rua Tabapuã 455.
São Paulo de todos os Credos, religiões e práticas religiosas.
Ocorrerá as quintas-feiras das 09h30min às 12h00min horas, do dia 18 de agosto até o dia 27 de outubro. Veja a programação completa:

DATAAULADOCENTE E INSTITUIÇÃO DE ORIGEM
18/8A perda do protagonismo da religião católica em São Paulo Flávio Pierucci
(USP)
25/8O budismo e suas manifestações em São Paulo Frank Usarski
(PUC-SP)
1/9Religiões afro-brasileiras em São PauloReginaldo Prandi
(USP)
15/9Protestantes e pentecostais “clássicos” em São Paulo (1865-1962) Leonildo Silveira Campos
(UMESP)
22/9Neopentecostalismo: o fast food da fé Edin Sued Abumanssur
(PUC-SP)
29/9O novo boom kardecista Bernardo Lewgoy
(UFRGS)
6/10Feições e derivações da Renovação Carismática CatólicaAndré Ricardo de Souza
(UFSCAR)
13/10Nova Era e novas espiritualidadesSilas Guerriero
(PUC-SP)
20/10São Paulo: uma metrópole religiosa?Maria José Rosado
(PUC-SP)
27/10As tribos urbanas juvenis paulistanas e suas religiões
 
 
 

Para fazer a inscrição:

http://www.ciee.org.br/portal/apoio/eventos_opdig/novo_verificacpf.asp?Cod=269

Novas Descobertas

História e Geografia não mudam? Sempre ocorrem descobertas e novas teorias, constatações são realizadas.

Um exemplo bem atual é a descoberta de uma nova lua no planeta anão Plutão, o Telescópio Hubble mostrou uma nova lua, no planeta que foi rebaixado para planeta anão.

É sempre importante acompanhar notícias nos meios de comunicação. Leia a notícia completa:

“Astrônomos descobrem a quarta lua de Plutão

Telescópio Hubble captou, em junho, imagem da menor lua do planeta anão

iG São Paulo | 20/07/2011 12:53

Astrônomos descobrem a quarta lua de PlutãoTelescópio Hubble captou, em junho, imagem da menor lua do planeta anão



 
 
Foto: NASA, ESA, and M. Showalter

Duas imagens, tiradas pelo Hubble em 28 de junho e 3 de julho, mostram a lua P4 ao redor de Plutão
O distante planeta anão Plutão escondeu até agora uma quarta lua. A agência espacial americana divulgou nesta quarta-feira (20) que o telescópio Hubble encontrou mais uma lua ao redor de Plutão, que está a 4800 milhões quilômetros da Terra. Recentemente, Plutão foi rebaixado da categoria de planeta para planeta anão.

Por enquanto, a nova lua - a menor de todas, com diâmetro entre 13 e 33 quilômetros - vai ser chamada de P4. Ela é 80 vezes menor que Charon, a maior lua de Plutão com 1.043 quilômetros de diâmetro. As outras duas luas, Nix e Hydra, medem entre 32 to 113 quilômetros.

A quarta lua descoberta enquanto astrônomos investigavam a possibilidade do planeta anão ter um anel (como o de Saturno), mas eles encontraram outro objeto circulando por Plutão.
P4 foi visto pela primeira vez em uma foto tirada pelo Hubble em 28 de junho. A descoberta foi confirmada em imagens de 3 de julho e 18 de julho. A quarta lua de Plutão não havia sido vista em imagens anteriores do telescópio pois elas tinham tempo de exposição mais curto. Uma imagem tirada em 2006 captou uma mancha muito fraca, que foi ignorada por estar muito escura.
Acredita-se que o sistema lunar de Plutão tenha sido formado por uma colisão entre o planeta anão e outro corpo celeste de mesmo tamanho, no início da história do sistema solar. O choque arremessou material que se uniram para a família de satélites observados em torno de Plutão.

(Com informações da AP)”

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/astronomos+descobrem+a+quarta+lua+de+plutao/n1597091134270.html

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Guaranis: Entre a etnia e o etanol

Como me manter atualizado? Acontece uma série de eventos em São Paulo, com temas de atualidade e bem perto da sua casa. Quem vê os índios em Santo Amaro?

Quem são e que representam? Haverá exibição de  documentário e estarão presentes lideranças Guarani M´Byá da Aldeia Tenondé Porã de Parelheiros, zona Sul de S. Paulo.
Uma boa oportunidade para conhecer e se atualizar.

Exibição de documentários e debate

Dia 16 de julho, sábado, às 15h, na UMAPAZ

(Não é preciso se inscrever. Pede-se chegar com 15 minutos de antecedência)

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Foto: Rosa Gauditano

No próximo dia 16 de julho, sábado, às 15h, a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ) exibe dois documentários: Mbaraka – A Palavra que Age e À Sombra de um Delírio Verde, sobre os guaranis-kaiowás do Mato Grosso e promove um debate com os idealizadores, uma advogada de direitos indígenas e uma liderança guarani M’Bya da Aldeia Tenondé Porã, Parelheiros, zona sul de São Paulo.

O evento faz parte do trabalho de conclusão de curso de Rony Cácio Feitosa da Silva, aluno do Curso Carta da Terra em Ação, que acontece na UMAPAZ. Tem como objetivo focar na sensibilização da população paulista, maior consumidora de etanol do Brasil e promover um debate sobre a luta do maior grupo indígena do país, contra a expansão da cana.

Conforme o princípio de justiça social e econômica, afirmar os direitos dos povos indígenas à sua espiritualidade, conhecimentos, terras e recursos, assim como as suas práticas relacionadas com condições de vida sustentável, proposto na carta da terra.

Sinopses dos documentários:
Mbaraka – A Palavra que Age (26' - 2011) - De Spensy Pimentel, Edgar Cunha e Gianni Puzzo
Os cantos dos xamãs guarani-kaiowa são fórmulas verbais que têm uma ação sobre o mundo. Tradicionalmente, eles curam doenças, afastam pragas da lavoura e bichos peçonhentos, anunciam a chegada dos deuses. Eles não só preveem o futuro, mas o conformam. Hoje, esses indígenas vivem em seu mundo uma crise sem precedentes. Confinados em pequenas porções de terra e com os recursos naturais da região onde residem totalmente degradados, eles se veem diante de um impasse: será que suas palavras conseguirão conformar um mundo novo que reverta a crise cosmoecológica por que passam atualmente? Se a palavra pode ser história, mito e narrativa, entre os Guarani-Kaiowá ela também é poesia e profecia: um canto de esperança em um futuro melhor.
À Sombra de um Delírio Verde (29' - 2011) - De Cristiano Navarro, An Baccaert e Nicolas Muñoz
Na região sul do Mato Grosso do Sul, fronteira com Paraguai, a etnia indígena com a maior população no Brasil luta silenciosamente por seu território para tentar conter o avanço de poderosos inimigos. Expulsos pelo contínuo processo de colonização, mais de 40 mil Guarani Kaiowá vivem hoje em menos de 1% de seu território original. Sobre suas terras encontram-se milhares de hectares de cana-de-açúcar plantados por multinacionais que, em acordo com governantes, apresentam o etanol para o mundo como o combustível “limpo” e ecologicamente correto. Sem terra e sem floresta, os Guarani Kaiowá convivem há anos com uma epidemia de desnutrição que atinge suas crianças. Sem alternativas de subsistência, adultos e adolescentes são explorados nos canaviais em exaustivas jornadas de trabalho. Na linha de produção do combustível limpo são constantes as autuações feitas pelo Ministério Público do Trabalho que encontram nas usinas trabalho infantil e escravo. Em meio ao delírio da febre do ouro verde (como é chamada a cana-de-açúcar), as lideranças indígenas que enfrentam o poder que se impõe muitas vezes encontram como destino a morte encomendada por fazendeiros.

SERVIÇO: EXIBIÇÃO DE DOCUMENTÁRIOS SOBRE OS GUARANIS-KAIOWÁS DO MATO GROSSO E DEBATE.

Data: 16 de julho (sábado), das 15h às 17h.


TEMA: GUARANIS: ENTRE A ETNIA E O ETANOL


Participação dos idealizadores dos documentários, advogado de direitos indígenas e liderança Guarani M´Byá da Aldeia Tenondé Porã de Parelheiros, zona Sul de S. Paulo.


TCC DE: Rony Cácio Feitosa da Silva - Carta da Terra em Ação/2011/Turma 5/

ORIENTADOR: André Luiz Moura de Alcântara.


LOCAL: UMAPAZ – Av. Quarto Centenário, 1268, portão 7-A

Informações: tel. (11) 5572-1004
NÃO É NECESSÁRIO SE INSCREVER. PEDE-SE CHEGAR COM 15 MINUTOS DE ANTECEDÊNCIA.