Matérias Enem e o vestibular. Provas, textos e vídeos. Dicas para o Enem e o vestibular. Inglês instrumental para leitura e entendimento de textos. Inglês, Literatura e História.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Chamados para fazer o novo Enem
O MEC (Ministério da Educação) convidou mais de 9,5 mil estudantes para refazer a prova amarela do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
Desses 9.500 alunos, apenas três são do Estado de São Paulo. Num total de 218 cidades que terão o NOVO ENEM, duas cidades paulistas, Ourinhos no interior paulista com um aluno, e Itaquaquecetuba (Grande SP) com dois estudantes.
Para entender o CASO: Foram convidados refazer o exame, os alunos que no primeiro dia do Enem, receberam a receberam a prova amarela com defeitos de impressão --perguntas repetidas ou faltando--, que não a trocaram por um caderno de questões normal e que tiveram o problema registrado na ata da sala.
O ministério admite que candidatos que não tiveram nenhum problema podem ter sido convocados por engano. A pasta orienta que esses estudantes ignorem o convite. Eles terão a prova anterior corrigida normalmente. Mesmo os alunos prejudicados podem optar por não refazer o exame --valerá, também nesse caso, a prova original.
A nova prova acontece na quarta-feira (15), às 13h (horário de Brasília). De acordo com o MEC, os mais de 9,5 mil alunos que tiverem direito serão notificados até o fim do dia de hoje por e-mail, SMS e telegrama. Entre eles, podem estar candidatos que eventualmente não precisariam ser notificados. A menos de uma semana da prova, não há um número fechado.
Ninguém é obrigado a fazer o novo exame. Quem não comparecer terá a prova antiga corrigida.
Quem resiste a essa novela?
Vamos para Zambukaki
http://zambukaki.blogspot.com/2010/07/zambukaki.html
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Evolução do Planeta Terra até o surgimento do Homem
Um vídeo muito interessante, surgimento do planeta, as massas continentais.
Os animais sua evolução, o surgimento do homem, as primeiras organizações sociais.
Em nove minutos, um descrever da história da Terra, e dos seus habitantes.
Divirta-se:
No momento em que cientistas anunciam, tipo de vida ainda desconhecidos. A famosa bactéria que se alimenta de arsênico, um panorama da história da Terra, nos faz pensar sobre a significância ou insignificância do Homem.
Uma frase de Claude Lévi-Strauss: - “O mundo começou sem o homem e vai acabar sem ele.”
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
“Vou-me embora pra Passárgada”?
Ou “Vou-me embora pra Pasárgada”, ouvindo o poeta declamar...
Publicado no Afro-Ibero Pindorama- multiply 2006
Autores:
Hastati atualmente morador de Zambukaki ;
Josiani Muniz;
Hugo Ferreira.
Manuel Bandeira é um dos poetas modernos mais queridos e até hoje inspira novos escritores. Seu estilo simples e direto me fez ver a poesia “Vou embora pra Pasárgada” com outros olhos e ouvidos. Não imaginava a quantidade de informações que iria descobrir. A primeira delas foi o da grafia “passárgada” ou “pasárgada”? E a pronúncia?
Sempre ouvi as pessoas dizerem “passágarda”, há uma série de coisas que levam esse nome: Haras Passárgada, Pousadas, Hotéis, Ruas, Residencial, até um disco de Vinícius de Moraes onde se grafa e se canta Passárgada...
Eu vivenciava uma utópica civilização, fantástica terra tropical, linda cheia, de vida, cor e pássaros....
Na pesquisa descobri em uma das versões que o nome era Pasárgada, e que Manuel Bandeira não tinha inventado essa terra mítica.
Na sua adolescência nos seus estudos de grego, ao traduzir a Ciropedia, Bandeira ficou encantado com nome da cidade fundada por Ciro, o Antigo, onde o rei passava férias, nas montanhas do sul da Pérsia.
Mas qual a pronúncia certa?
Há tantas “Passárgadas”, terras míticas utópicas, para fugas e escapes, ou “Pasárgada”.
A própria voz do poeta, ecoou declamando seu poema.
A voz embargada frisando cada ponto, entoando a musicalidade da libertação da sua Pasárgada, surgiu Manuel Bandeira... E o “S” com o som de “Z” (Pazárgada).
Uma gravação com os chiados de disco de vinil, trouxe o poeta a esclarecer a sua obra.
A riqueza do poema, Bandeira transmite de uma forma, muito clara, quando as coisas não estão bem, há problemas, há dificuldades, só resta nos dizer: “Vou-me embora pra Pasárgada, lá sou amigo do rei...”.
Bandeira teve sérios problemas de saúde, tuberculose, e desde a adolescência, ele nos conta, passou anos vendo e vivendo em Pasárgada.
Vinte anos depois desse encontro com a Pasárgada de Ciro ele tentou escrever o poema, mas só saiu o título forte: “Vou-me embora pra Pasárgada”. Anos mais tarde, em situação de dificuldades, surgiu novamente a idéia “Vou-me embora pra Pasárgada”, e o poema foi escrito de um jorro só. Bandeira conta, ele não construiu o poema, o poema se construiu dentro dele.
Usando todas as dificuldades que a doença lhe causava, em Pasárgada ele poderia fazer tudo àquilo que a doença lhe impedia, fazer ginástica, andar de bicicleta, tomar banho de mar (ah, com que prazer o poeta declama!).
O poema se desenvolve a partir do contraste entre dois espaços: lá e aqui. Aqui é o lugar onde não há satisfação, nem felicidade. Lá é o lugar idealizado, onde existe tudo: bicicleta, burro brabo, pau-de-sebo, mar, prostitutas, telefone. Lá "é outra civilização". As coisas nomeadas são todas materiais.
Por fim, o poema é todo escrito na primeira pessoa do singular: o poeta fala dele mesmo, de sua vontade de mudar, de ir em busca da aventura, de ir para Pasárgada, para lá, deixando tudo que está aqui para trás.
O emprego dos tempos verbais ajuda a evidenciar essa oposição: em um primeiro momento, predomina o presente - vou, sou, tenho; depois ocorre o futuro do presente, para descrever a fantasia que o poeta faz de Pasárgada, mostrando a certeza dele em relação ao lugar - farei, andarei, montarei, subirei, tomarei.
O poema surge como a esperança para cada brasileiro. Há crianças que não andam de bicicleta porque trabalham. As prostitutas que são discriminadas perante a sociedade. A busca pela felicidade em algum lugar no imaginário, mas que acaba sendo real devido à força do pensamento. A valorização da leitura na infância como estímulo. Um lugar que tem tudo para todos. Até no fim do poema mesmo com vontade de se matar ele termina com a idéia-núcleo: “Vou-me embora pra Pasárgada”. A poesia pode ser citada como o lugar ideal para se viver diante das dificuldades que vivenciamos.
Manuel Bandeira é um exemplo de argumento de autoridade pela simplicidade do seu vocabulário. Não é preciso escrever difícil para ser considerado um grande poeta. Dentre as suas contribuições, algumas se destacam: a língua coloquial, a irreverência, a liberdade criadora e o verso livre. Mas o que mais fascina é a capacidade de extrair algo banal do cotidiano e transformar em uma reflexão social e filosófica.
inspirado em Julica
Vou-me Embora pra Pasárgada
Manuel Bandeira
Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei em burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
— Lá sou amigo do rei —
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada.
Texto extraído do livro "Bandeira a Vida Inteira", Editora Alumbramento – Rio de Janeiro, 1986, pág. 90
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Anúncio da NASA e o ET
Ocorreu uma boataria na Internet, a possibilidade da NASA anunciar descobertas de sinais de vida em Titã, uma das várias luas de Saturno. Começaram a surgir desde segunda-feira, com a convocação de uma coletiva de imprensa, que ocorreria ontem quinta-feira dia 2 de dezembro, às 17 horas.
Teorias de conspiração, X-Files (a série Arquivo X), o famoso Hangar 51 onde estariam os restos de ET e a sua nave. Finalmente a NASA viria desvendar os secretos informes?
Analiso que a paranóia dos ET invasores, vem da própria história da América, onde os nativos viviam felizes até serem “invadidos” pelos europeus...
E se acontece de novo? Uma invasão, colonização etc. Muitas pessoas imaginam que quando os nossos “broders” americanos do Norte falam de ETs, estão falando de “nosotros” latinos e brazucas. Aqueles filmes onde devastam milhares de insetos, seriam as cucarachas (baratas) ilegais tentado invadir seu rico país.
Os muros e barreiras impedindo os ilegais entrarem pelo México, são versões modernas da muralha da China, e das muralhas do Império Romano. Nós somos os ETs, bárbaros invasores...
Fiquei ligado na TV da NASA, na hora da entrevista, quando vi um repórter brasileiro da Rede Globo, saí... Reconheço que sou preconceituoso.
A informação é um grande avanço para a astrobiologia, ciência que investiga o possível desenvolvimento de vida fora da Terra. Uma bactéria do Lago Mono, pode se alimentar, e incluir no seu DNA, o arsênico como substituto do fósforo. Antes da descoberta do microorganismo, todos os seres vivos conhecidos tinham como base os mesmos seis elementos - carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, enxofre e fósforo. E o arsênico é um veneno.
Nada de ET vindo do espaço. Um microorganismo teria evoluído para viver num ambiente considerado impossível de existência de vida. Só podia ser na Califórnia. Simples Teoria da Evolução, do Tio Darwin que em suas andanças passeou no Rio de Janeiro, e até teria se confraternizado com as nativas.
Vou esperar pelo DNA da bactéria que come arsênico. Será parente do “L.U.C.A.” ?
Amplia os ambientes que os cientistas podem imaginar onde encontrar vida na Terra ou no espaço. A vida ocorreria onde nunca se pensou.
"Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia", saída da boca do atormentado personagem Hamlet de William Shakespeare, mostra a literatura mais avançada do que a ciência.
Grande avanço foi à declaração dos cientistas da NASA. Sócrates (o grego moreno de nariz chato deve ter se revirado no Olimpo), dizia que sua sabedoria era limitada à sua própria ignorância (Só sei que nada sei.).
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Nosso avô extraterrestre LUCA
Os porta-vozes da descoberta serão a diretora do Programa de Astrobiologia da Nasa, Mary Voytek, a pesquisadora Felisa Wolfe-Simon, a astrobióloga, Pamela Conrad, Steven Benner, da Fundação para a Evolução Molecular Aplicada (Gainesville) e James Elser, professor da Universidade do Estado do Arizona.
Nas especulações da imprensa internacionais, enlouquecidos com a afirmação que será feita através da TV da NASA (http://www.nasa.gov/ntv) cogita-se a descoberta de uma bactéria descoberta no Lago Mono, no Parque Nacional Yosemite, na Califórnia, rico em arsênico metal extremamente venenoso para permitir a existência de vida. A bactéria usa o arsênico como meio de sobrevivência, colocando a possibilidade de existência de vida em planetas onde se considerava inviável.
A tal bactéria comedora de arsênico, teria sido trazida por um meteoro ou uma nave espacial.
Ficção muita imaginação? Liberação geral na Califórnia?
O fato tem causado agitação é a base da Teoria da Panspermia, que afirma que a vida chegou do espaço, na forma de germes ou esporos.
A vida bactérias, plantas, e animais teriam um Último Ancestral Comum (L.U.C.A. sigla em inglês)
O último ancestral universal ou último ancestral comum é o hipotético último ser vivo a partir do qual todos os seres vivos que vivem atualmente na Terra descendem. Por isso é ancestral comum mais recente de toda a vida atual na Terra. Estima-se que tenha vivido 3,6 a 4,1 mil milhões de anos atrás.
Um diagrama juntando todos os grupos principais de seres vivos ao Último Ancestral Comum (o tronco preto na parte de baixo). Este gráfico foi feito a partir de sequências de RNA ribosomal.
L.U.C.A. hipotético ancestral teria vindo do espaço. Seríamos poeira das estrêlas (Stardust).
Lago Mono parque nacional de Yosemite aparece em numerosas longas metragens, sendo um dos exemplos mais conhecidos o Star Trek V: The Final Frontier.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Homenagem a Mario Monicelli
Nesse dia 29 de novembro (segunda-feira) o cinema perdeu um de seus maiores diretores. Com 95 anos, o italiano Mario Monicelli, quatro vezes indicado para o Oscar, internado para tratamento de um câncer terminal, num hospital em Roma, partiu...
Acredito como Guimarães Rosa que as pessoas se tornam encantadas. Mario Monicelli será um dos encantados, seus filmes como diretor e roteirista, nos divertiram, fizeram nos sonhar.
Muitos dos seus filmes no Brasil tornaram referência, as comédias italianas com Totó, A Incrível Armada Brancaleone, Bocaccio ´70, Os companheiros, Casanova ´70, Meus Caros Amigos, Parente é Serpente, O Pequeno Burguês e muitos outros.
Nomes dos seu filmes, eram ditos como frases comuns e usuais.
Sinto-me até hoje um formador de “Armada Brancaleone”, filme medieval onde Vittorio Gassman, reunia um grupo de perdedores para tomar posse de um feudo. Uma sátira medieval um Dom Quixote liderando um bando de maltrapilhos.
Confesso que o filme que mais me marcou, foi Os Companheiros no original “I compagni” de 1963 com Marcello Mastroianni. Vi apenas uma vez creio que em 1995 ou 96, logo a censura da Ditadura retirou do circuito de cinemas.
Mario Monicelli trabalhou com atores que nos fizeram sonhar: Totó, Sophia Loren, Marcello Mastroianni, Vittorio Gassman, Ugo Tognazzi, Anna Magnani, Alberto Sordi, Monica Vitti, Gian Maria Volonté e muito e muito mais...
No final da década de 60, início de 70 faziam-se filas enormes, para os cinemas do centro de São Paulo. Conhecia-se não só os artistas mas discutia-se o iluminador, roteirista, montagem, e o DIRETOR.
Este era o dono do espetáculo, era quem orquestrava tudo.
Víamos filmes franceses, espanhóis, suecos, britânicos e até americanos. Mas o que calava fundo em nossa alma eram os filmes italianos.
Nos anos de chumbo da ditadura sonhávamos...
Nos importantes jornais italianos La Stampa e Corriere della Sera:
“Nos seus últimos meses de vida protestou contra os cortes no orçamento da cultura, incentivou os jovens a revoltarem-se por um futuro melhor, lamentou que o cinema atual não possa retratar Itália tal como ela é, mas não conseguiu vislumbrar um futuro para si próprio”, escreve La Stampa. Num país onde a eutanásia ainda é tabu, a sua morte é uma proclamação final de liberdade numa vida anárquica. “Quis decidir tudo por si próprio até ao fim, tal como nos seus filmes”, disse o crítico Paolo Mereghetti.”
O cientista social Darcy Ribeiro, fugiu do hospital para se tratar, e terminou de revisar o exelente livro “O Povo Brasileiro”.
Acredito que Mario Monicelli quis fugir também do hospital, só que errou o caminho e saiu pela janela. Infelizmente era no quinto andar.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Reprovado na Fuvest e no Enem!
Prova da Fuvest é para quem estuda em escola particular
foi o que me deu força para continuar minha jornada como educador e professor de cursinho.
Educador analisa o Enem, os vestibulares e o ensino brasileiro
Deixei meu comentário e é importante que se participe no IG. Abra-se uma discussão sobre a necessidade de mudanças no Enem e nos vestibulares.
http://ultimosegundo.ig.com.br/colunistas/mateusprado/prova+da+fuvest+e+para+quem+estuda+em+escola+particular/c1237841966116.html#comentarios
Mateus concordo plenamente com suas colocações. Sou professor de história num cursinho comunitário para jovens carentes, e sinto-me reprovado no sistema educacional brasileiro. O resultado de meus alunos é o nosso resultado como educadores.
Aprofunde mais a questão: Por que vestibulares?
Minha geração que foi para as ruas, nas batalhas da Rua Maria Antônia nos anos da ditadura, e hoje está no poder terá uma resposta para a crise educacional?
Dilma e Zé Dirceu se lembrarão dos antigos movimentos estudantis?
No final dos anos 60 e 70, tínhamos a praga dos alunos “excedentes”, conheci amigos que ficaram sete ou oito anos fazendo exames vestibulares e não conseguiram vaga.
A França e Portugal, sem vestibulares era a utopia desejada.
Uma amiga, ex-aluna da USP, hoje (2010) está tentando fazer pós-graduação na USP. O desejado “futuro pretenso orientador”, que ela procurou propôs que ela freqüentasse o curso de pós durante dois anos como “OUVINTE”. Depois ele veria a possibilidade dela participar. Claro sem compromissos...
A USP está ou é fechada as para classes populares. O que me estimula é que vi há poucos um documentário sobre o etnólogo francês Lévis-Strauss (TV Senado), mostrando a trajetória dele na consolidação da criação da USP. Quando convidado para continuar, num segundo contrato ele recusou, e foi ao interior pesquisar tribos indígenas. Hoje ele encontraria “os mesmos índios” morando na favela do Real Parque.
Lévis-Strauss deixou a USP, resposta intelectual burguesa, a perda da revolução de 32 aos filhos dos fazendeiros de café.
Preferiu os índios aos “fazendeiros do ar” filhos burgueses. Pena, talvez se ele continuasse como professor a USP, hoje seria outra universidade.
“Tristes Trópicos”...
Um abraço
Força e Fé
Hugo