terça-feira, 2 de novembro de 2010

Linguagens, códigos e suas tecnologias

Nesta área, a prova vai cobrar conhecimento de português, literatura, artes, educação física e pela primeira vez, línguas. O aluno poderia optar entre inglês e espanhol.
Caem mais questionamentos que exigem interpretação do que gramática. Ainda de acordo com ele, devem aparecer perguntas sobre manifestação cultural, modernismo e novas tecnologias.
A exemplo do ano passado devem aparecer textos alternativos de revistas específicas a setores, além de charges. Vale sua visão o que você viu nos jornais, televisão e internet nos portais, vai lhe ajudar.
Lembre-se a prova tem questões interpretativas. Olhe os gráficos, tabelas, fotos examinem o texto. Você terá boa parte da resposta.
 

Língua Estrangeira Moderna

Dependendo de sua opção na hora da inscrição você fará prova com questões ligadas à Língua Inglesa ou à Língua Espanhola. Aparecerão pequenos textos na Língua Estrangeira Moderna escolhida, para que o aluno possa interpretá-los, ou vocábulos estrangeiros utilizados na vida cotidiana no Brasil.
A Língua Estrangeira Moderna representa a diversidade cultural, em seu contexto linguístico, mas que em alguns momentos é utilizada como instrumento para simular qualidade a produtos ou prestígio a grupos sociais. Veja os nomes de empresas, times, lojas e produtos, usados na propaganda.
A gramática vai estar embutida nos textos, portanto atenção aos COGNATOS e aos FALSOS COGNATOS, preposições e verbos no PRESENTE, PASSADO E FUTURO. Não se confunda com o tempo verbal.
 

Literatura

Normalmente são usados os textos clássicos da literatura. O aluno deverá relacionar o texto com os contextos históricos, políticos, sociais, culturais e econômicos. O que aconteceu, quando aconteceu, as mudanças ocorridas. Onde os acontecimentos desenrolaram e o que ocorreu com o meio em que o autor coloca seu texto.
Também poderão cair questões que trabalhem a intertextualidade, cobrando do aluno semelhanças, diferenças ou influências entre os textos destacados. Outro tema que poderá aparecer nessa competência está ligado à compreensão da importância do patrimônio linguístico para a constituição e preservação da memória e da identidade nacional.
O candidato tem que saber diferenciar os textos da norma culta, com os demais tipos de linguagem aceitos na sociedade, o linguajar caipira, regionalismo, ou seja a norma não culta, mas também aceita.
Boa prova!
Professora Josiani

Prova de História do Enem

Não é prova de História nem de Geografia, mas sim de Ciências humanas e suas tecnologias, além dessas matérias há necessidade de conhecimentos de Filosofia, Ciências Políticas, Sociologia etc.
Antes de partir parar as questões veja o PERÍODO que ocorreu o fato:
· A situação onde e quando ocorreu o fato? Caráter econômico ou político?
· Os personagens Sociais: Quem se opôs? Classes sociais, movimentos sociais, partidos políticos, igrejas, militares, etc.
· Causas: Por que aconteceu tal fato?
· Conseqüências: O que houve depois, direta e indiretamente relacionado ao fato?
· Crítica: O que eu penso disso? Não poderia ter sido de outra forma? Levantar hipóteses por vezes ajuda a compreender pontos obscuros. Desconfie, será que o fato histórico está bem contado?

Tópicos Principais

O Enem é voltado para o ensino médio de todo o Brasil. Possivelmente entrarão temas clássicos como o Imperialismo e as Guerras Mundiais, evolução tecnológica, conflitos territoriais, uso de recursos naturais, além de temas ligados à conquista de direitos como o Estatuto Racial, da Criança e do Adolescente e do Idoso, entre outros.
Outra tendência é ter um tom mais critico e reflexivo.
Devem aparecer questões sobre:
A colonização do Brasil, as culturas agrícolas voltadas para a exportação, focando a escravidão a importância da economia escravagista, e a importância das culturas africanas, para a cultura brasileira. Lembre-se da visão EUROCENTRISTA versus a visão Afrocentrista.
Disputas imperialistas que levaram a 1ª. Guerra Mundial.
Revanchismo alemão depois da 1ª. Guerra Mundial – expansão do Nazi-Fascismo após a Guerra – Eclosão da 2ª. Guerra Mundial
A Civilização Grega na questão da cidadania para os homens. Excluíam as mulheres e os escravos.
LEMBRE-SE: a prova é INTERPRETATIVA aproveite os textos, tabelas, figuras, para extrair o máximo de informações. Acabou a decoreba, vale sua visão.
Você terá 3 minutos para resolver uma questão. Sugestão resolva as mais fáceis, depois veja as que você tem dúvida.
Vá tranqüilo cairá à matéria dada no Ensino Médio.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Terremoto e tsunami matam mais de 100 na Indonésia

Forte tremor de 7,7 graus provocou ondas gigantes na costa oeste do país, onde centenas de pessoas estão desaparecidas

iG São Paulo | 26/10/2010 07:55 - Atualizada às 18:34

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/terremoto+e+tsunami+matam+mais+de+100+na+indonesia/n1237812117577.html

“Pelo menos 113 pessoas morreram e centenas estão desaparecidas na costa oeste da Indonésia, atingida por um forte terremoto seguido de tsunami nesta terça-feira. O tremor de 7,7 graus de magnitude atingiu a região das ilhas Mentawai, ao oeste de Sumatra.

A Indonésia está localizada no chamado "anel de fogo do Pacífico", uma das zonas sísmicas mais ativas do mundo.

Em setembro de 2009, mais de mil pessoas morreram em um terremoto na ilha de Sumatra.

Na segunda-feira, um terremoto de 7,5 graus de magnitude havia atingido o país, sem causar danos ou vítimas. O tremor provocou um alerta de tsunami para o país, que foi retirado cerca de duas horas depois.”

As notícias nos fazem lembrar que vivemos em um planeta, formado por placas continentais que se movem. É a chamada teoria da “Deriva Continental”.

Outra notícia do mesmo evento:

 

Tremor, tsunami e vulcão matam 126 na Indonésia; desaparecidos são 500

http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101027/not_imp630357,0.php

“Hecatombe. Sequência de desastres naturais leva morte e destruição ao maior arquipélago do mundo e amplia risco de nova erupção sem precedentes, apenas seis anos depois da catástrofe que teve origem na mesma região e matou 230 mil pessoas em 14 países.

27 de outubro de 2010 | 0h 00

REUTERS, AP e AFP - O Estado de S.Paulo

clip_image002                           JACARTA

Um terremoto de 7,7 graus na escala Richter, seguido de um tsunami e uma erupção vulcânica, deixou pelo menos 126 mortos e 500 desaparecidos nas ilhas que formam a Indonésia, maior arquipélago do mundo, no Sudeste Asiático.
O epicentro do tremor foi localizado nas Ilhas Mentawai, na noite de segunda-feira. O local atrai turistas do mundo todo

As ondas provocadas pelo abalo sísmico atingiram 3 metros de altura nas cidades de Pagai e Silabu e avançaram mais de 600 metros na direção do interior das mais de 17 mil ilhas que formam o arquipélago, onde vivem mais de 200 milhões de pessoas. Depois do terremoto e das ondas gigantes, o Vulcão Merapi entrou numa sequência de erupções na Ilha de Java - a 2.000 km das Ilhas Mentawai -, lançando uma densa nuvem de fuligem negra pelos ares. Pelo menos 13 pessoas, incluindo um bebê de 2 meses, morreram e dezenas foram internadas com queimaduras graves, segundo a agência AFP.
Até ontem, nenhum especialista havia relacionado o tremor na região de Mentawai, no noroeste do arquipélago, à erupção do Merapi, no centro-sul da Indonésia e cujo aumento de atividade vinha sendo registrado havia vários dias.

A sequência de desastres naturais ocorre quase seis anos após um tsunami ter varrido a costa do sul da Ásia, a Oceania e países do leste africano, matando 230 mil pessoas em 14 países - 168 mil somente na Indonésia.

Em 1994, o Vulcão Merapi lançou uma avalanche de rochas, cinzas e gases tóxicos matando 60 pessoas. Em 1930, um desastre semelhante matou 1.300 indonésios no mesmo local. Há 129 vulcões ativos em toda a Indonésia e especialistas dizem que uma erupção sem precedentes pode ocorrer nos próximos meses ou semanas no Merapi.

O arquipélago indonésio está localizado no Círculo de Fogo do Pacífico, uma linha imaginária em forma de ferradura que vai da costa do Chile, na América do Sul, até a Oceania, passando pela América do Norte e a Ásia. Nesta linha estão concentrados 450 vulcões, o que equivale a 75% dos vulcões ativos do planeta.

Doenças. A experiência de 2004 mostrou que, quando o mar recua após um tsunami, deixa, além de um enorme rastro de destruição, um ambiente propício para a propagação de doenças. A água potável e os alimentos se contaminam, uma vez que a água salgada invade as tubulações, misturando o esgoto com as redes de água tratada.

PARA LEMBRAR

Maremoto de 2004 devastou vilas inteiras

Em dezembro de 2004, um terremoto de magnitude superior a 9 na costa de Sumatra, a algumas centenas de quilômetros do local do tremor de segunda-feira, causou o pior tsunami já registrado, que matou mais de 230 mil pessoas em 14 países da Ásia e da África. Do total de mortos, 168 mil eram indonésios. A Indonésia está localizada sobre o "Círculo de Fogo do Pacífico", zona de grande atividade sísmica e vulcânica que é abalada por cerca de 7 mil tremores ao ano, moderados em sua maioria. “

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Foto: AP

Vulcão Monte Merapi é visto soltando fumaça nesta terça-feira

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Proibidos lápis e borracha no Enem

 

Também não será permitido usar relógio na prova, dias 6 e 7

O Dia Online
http://odia.terra.com.br/portal/educacao/html/2010/10/proibidos_lapis_e_borracha_no_enem_119680.html
Lápis e borrachas estão proibidos no Enem 2010. Junto com celulares, relógios, apontadores e lapiseiras, os materiais foram banidos por motivo de segurança. De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), a decisão foi tomada visando a segurança da prova. A prova será aplicada nos dias 6 e 7 de novembro e deve ser feita inteiramente com caneta esferográfica preta.
A organização do Enem proibiu o uso de lápis e borracha no exame. Você concorda?

Ontem, foi o último dia para o recebimento do cartão de confirmação, com o local de prova e os dados do candidato. No mesmo dia, o Inep disponibilizou a consulta do local da prova no site do Enem. O endereço é sistemaenem2.inep.gov.br/localdeprova. Para fazer a consulta, o aluno precisa do seu CPF e da senha criada no momento da inscrição. Quem não receber o cartão em casa e não conseguir imprimi-lo pelo site deve entrar em contato com o Ministério da Educação através do ‘Fala, Brasil’ pelo número 0800-616161. Ao contrário do que aconteceu ano passado, os locais de prova não poderão ser alterados.
Só poderá fazer a prova, o candidato que apresentar, junto com o cartão de confirmação, um documento de identificação original com foto recente.
Segundo o Inep, os resultados serão disponibilizados até o dia 15 de janeiro pela Internet. Ainda não há previsão do início das inscrições no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), utilizado pelas universidades federais para selecionar os alunos participantes do Enem.
Este ano, a prova bateu recordes de inscrições, com mais de 4,6 milhões de inscritos em todo o Brasil. A região Sudeste concentra a maior parte, com 1,7 milhão. No Rio de Janeiro, 314.962 pessoas farão a prova.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Eurocentrismo

Eurocentrismo a visão do mundo a partir do olhar europeu

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. http://pt.wikipedia.org/wiki/Eurocentrismo
Mundo Educação: http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/eurocentrismo.htm
 


Mapa do globo terrestre com o Meridiano de Greenwich: exemplo de visão eurocêntrica
O etnocentrismo como uma visão de mundo que tende a colocar a Europa (assim como sua cultura, seu povo, suas línguas, etc.) como o elemento fundamental na constituição da sociedade moderna, sendo necessariamente a protagonista da história do homem [1].
Acredita-se que grande parte da historiografia produzida no século XIX até meados do século XX assuma um contexto eurocêntrico, mesmo aquela praticada fora da Europa. O revisionismo histórico ocorrido nas últimas décadas (por intelectuais como, por exemplo, Edward Said) tendeu a reverter esta visão de mundo, em busca de novas perspectivas.
Manifesta-se como uma espécie de doutrina, corrente no meio acadêmico em determinados períodos da história, que enxerga as culturas não-européias de forma exótica e as encara de modo xenófobo. Muito comum principalmente no século XIX, especialmente por ser um ideal do Darwinismo social que a humanidade caminhasse para o "modelo europeu", deixou alguns traços sutis, tais como a visão mais comumente vista em mapas que representem o globo terrestre.
Devido ao papel da Europa na formação da cultura ocidental, o termo é muitas vezes confundido com o ocidentalismo.

 

 
A idéia de que a Europa é o centro da cultura mundial.
Eurocentrismo corresponde a uma expressão que emite a idéia no mundo como um todo de que a Europa e seus elementos culturais são referência no contexto de composição de toda sociedade moderna.
De acordo com diversos estudiosos e analistas essa perspectiva se mostra como uma doutrina que toma a cultura européia como a pioneira da história, dessa forma se enquadra como uma referência mundial para todas as nações, como se apenas a cultura Européia fosse útil e verdadeira.
Essa ideologia de centralidade cultural européia ganhou uma proporção tão grande que dentro e fora da Europa existe a visão de que essa representa toda a cultura ocidental no mundo.
No entanto, esse fechamento cultural é negativo uma vez que não leva em consideração as inúmeras culturas de civilizações que contribuem para a diversidade sociocultural do mundo, principalmente daquelas nações que foram colonizadas pelos europeus a partir do século XV.
Apesar desse processo recentemente estar recebendo uma série de questionamentos e críticas contrários na própria Europa e em outras sociedades globais, mesmo assim isso continua ocorrendo. Um exemplo mais claro disso é a divisão do planeta Terra em hemisfério ocidental e hemisfério oriental uma vez que o Meridiano principal de mudança de data está localizado em município na periferia de Londres chamado de Greenwich.
http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/eurocentrismo.htm

Como foi formada a camada do pré-sal?

 

http://mundoestranho.abril.com.br/geografia/como-foi-formada-camada-pre-sal-467528.shtml

por Gabriela Portilho



Pangea_animation_03

Ela surgiu a partir de um riquíssimo depósito de matéria orgânica que, ao longo de milhões de anos, foi prensado por grossas camadas de rocha e sal, transformando-se em petróleo. O estrato do pré-sal está a cerca de 7 mil metros de profundidade, ocupando uma faixa de 800 quilômetros do litoral brasileiro que se estende de Santa Catarina ao Espírito Santo. Estima-se que lá estejam guardados cerca de 80 bilhões de barris de petróleo e gás, o que deixa o Brasil na privilegiada posição de sexto maior detentor de reservas no mundo, atrás apenas de Arábia Saudita, Irã, Iraque, Kuwait e Emirados Árabes. Confira a seguir como se deu o longo processo de formação dessa preciosa mina de petróleo.


Panela de pressão




Ao longo de milhões de anos, um gigantesco caldo de matéria orgânica foi submetido a pressões incríveis, transformando-se no petróleo do pré-sal




1. No princípio era o Gondwana



Quando: Há 135 milhões de anos

África e América do Sul faziam parte de um único e imenso continente chamado Gondwana (a outra porção continental da Terra chamava-se Laurásia). Em virtude das forças de convecção causadas pelo resfriamento do magma, as placas tectônicas começaram a se afastar provocando uma fratura entre os dois atuais continentes. Além disso, houve intensa atividade vulcânica



2. Grandes lagos




Quando: Há 130 milhões de anos

Com o afastamento das placas tectônicas, as águas das chuvas passaram a se acumular nas falhas geológicas, dando origem a grandes lagos de água salobra e quente (por causa da atividade vulcânica). Fundos e com baixo nível de oxigenação, esses lagos acabaram se transformando em grandes depósitos de matéria orgânica, como folhas e animais mortos, que também se acumulavam em seu interior


3. Mistura fina


Quando: Há 120 milhões de anos
Enquanto os continentes lentamente continuavam a se afastar, a matéria orgânica foi se misturando a partículas finas de argila, areia, calcário e conchas. Esta mistureba toda deu origem a uma grande camada de rocha sedimentar porosa, na qual ficou armanezado o material que, milhões de anos mais tarde, se transformou em petróleo


4. O lago vai virar mar




Quando: Entre 115 a 110 milhões de anos

Com o afastamento maior das placas, as águas oceânicas invadiram o lago, formando um grande mar interior, estreito, comprido e com pouca circulação de água, semelhante ao Mar Vermelho. Em virtude da evaporação da água, formou-se uma espessa camada de sal, com mais de 2 mil metros de espessura, que cobriu o denso depósito de matéria orgânica



5. Petróleo à vista!



Quando: 20 a 30 milhões de anos

Ao longo desses milhões de anos, o mar expandiu-se de vez e os sedimentos de rocha depositados sobre a camada de sal acabaram formando o leito do oceano Atlântico. Soterrada abaixo desses gigantescos blocos de rocha e de sal, a matéria orgânica sofreu enorme pressão, transformando-se, por fim, no petróleo da camada pré-sal. A quase 7 mil metros de profundidade, o óleo dessas áreas é bem mais puro: sofreu pouca ação das bactérias, que dificilmente sobrevivem à temperatura local de mais de 100 ºC

A camada de sal é impermeável, mas tem falhas geológicas. Através dessas fissuras, cujas porosidades são preenchidas por água, parte do petróleo do pré-sal acaba subindo e fixando-se em bolsões da camada de rocha. Em locais como esses é que se encontram algumas das jazidas de petróleo oceânicas já exploradas, como as da bacia de Campos (RJ)

Guia de Estudos para passar no vestibular – História Geral

 

Outro excelente site, para lhe ajudar no vestibular de História Geral é o Mundo Vestibular. Sempre é bom ter mais de uma visão sobre os temas propostos, veja as diferenças e discuta.

 Os temas propostos lhe darão o caminho das matérias a serem estudadas:

http://www.mundovestibular.com.br/articles/5627/1/Guia-de-Estudos-para-passar-no-vestibular---Historia/Paacutegina1.html

 

 

Por: Mundo Vestibular

 

O Programa de História engloba um conjunto de experiências sociais da humanidade, com ênfase
no Brasil e no mundo Ocidental. Ele tem como pressuposto que sempre é o presente e sua
compreensão que pode colocar questões - e iluminar - o passado.
Do candidato espera-se que tenha formação humanística e capacidade crítica para não apenas relacionar e pensar sobre situações históricas diferenciadas, mas para entender que a História constitui um conhecimento ou saber produzido e organizado pelos homens de acordo com determinados pontos de vista interpretativos e relações de poder.

 

História da América

 

1. Culturas pré-coloniais: maias, astecas e incas.
2. A conquista da América espanhola: dominação e resistência.
3. As colonizações espanhola e inglesa: aproximações e diferenças.
4. Formas de trabalho compulsório nas Américas no período colonial.
5. Idéias e movimentos pela independência política nas Américas.
6. A formação dos Estados nacionais (América Latina e Estados Unidos).
7. EUA: Expansão para o Oeste e Guerra de Secessão.
8. Modernização, urbanização e industrialização na América

Latina no século XX.
9. Revoluções na América Latina (México e Cuba).
10. Crise de 1929, New Deal e a hegemonia dos EUA no pós-guerra.
11. Estado e reforma política:  Lázaro Cárdenas e Juan Domingo Perón.
12. Militarismo, democracia e ditadura na América Latina no século XX.
13. Cultura e engajamento político na América Latina no século XX.
14. Questões políticas da atualidade.

 

Os Primórdios do Ocidente

 

1. A Pré-História ou a História antes da escrita.
2. Transformações tecnológicas: a introdução da agricultura e a utilização dos metais.
3. Culturas e Estados no Antigo Oriente Próximo.
4. O mundo grego.
5. O mundo Romano.

 

A Idade Média Européia

 

1. Desagregação e fim de Roma antiga.
2. O cristianismo e a Igreja Católica.
3. Os reinos bárbaros.
4. Relações com - e características do - Islão e Bizâncio.
5. Economia, sociedade e política no feudalismo.
6. O desenvolvimento do comércio, o crescimento urbano e a vida cultural.
7. A crise do século XIV.
O Ocidente Moderno
1. O Renascimento.
2. A expansão mercantil européia.
3. As reformas religiosas e a Inquisição.
4. O Estado moderno e o Absolutismo monárquico.
5. Mercantilismo e sistema colonial.
6. Guerras e revoluções na Europa nos séculos XVI e XVII.
7. Ilustração e Despotismo Esclarecido.
8. Capitalismo e Revolução Industrial na Inglaterra do século XVIII.
9. A Revolução Francesa de 1789.

 

Rumo à Contemporaneidade

 

1. A Europa em guerra e em equilíbrio (1799-1830): Napoleão, Congresso de Viena e Restauração.
2. A Europa em transformação (1830-1871): as revoluções liberais, nacionalistas e socialistas.
3. A Europa em competição (1871-1914): imperialismo, neo-colonialismo e belle époque.
4. As grandes metamorfoses do capitalismo nos séculos XIX e XX.
5. Classes e interesses sociais em conflito nos séculos XIX e XX: burguesia, proletariado e campesinato.
6. Arte e Cultura nos séculos XIX e XX: do eurocentrismo ao multiculturalismo.
7. As duas grandes guerras mundiais (1914-1945).
8. As revoluções socialistas: Rússia e China.
9. As décadas de 20 e 30: crises, conflitos e experiências totalitárias.
10. Bipolarização do mundo e Guerra Fria.
11. Descolonização e principais movimentos de libertação nacional na Ásia e África.
12. A revolução cultural dos anos 60.
13. A criação do Estado de Israel e os conflitos com o mundo árabe e o fundamentalismo islâmico.
14. A queda do muro de Berlim, o fim do socialismo real e a desintegração da URSS.
15. Conflitos étnico-religiosos no final do século XX.

 

http://www.mundovestibular.com.br/articles/5627/1/Guia-de-Estudos-para-passar-no-vestibular---Historia/Paacutegina1.html